





Depois de pousar as malas no quarto, saímos imediatamente para dar uma volta pela cidade.
Fomos até ao fim da Linden Strass, que é uma das ruas principais, e uma das que têm mais monumentos.
Passámos por um monumento ao holocausto (uma mãe que chora, com o filho morto nos braços), pela universidade velha e a biblioteca (1ª foto). Foi também o local onde Hitler e o 3º Reich decidiram queimar livros que se opunham à sua filosofia. Para marcar este acontecimente trágico, ergueu-se um monumento gigante, na forma de uma pilha de livros, com os nomes dos autores na contracapa (2ª foto).
Vimos também uma catedral cristã, a ópera... sempre andando até chegar ao Brandburg Gate (4ª foto).
No entanto, esta primeira tour foi em género de sneak preview, uma vez que ainda não tinhamos comprado o guia que explica a história de cada coisa.
Vimos todos estes monumentos uma segunda vez, com mais calma e informação.
No dia seguinte estava planeada uma excursão ao parlamento alemão. Fomos num autocarro, os professores, os alunos, a minha mãe e eu.
Foi muito interessante. A primeira parte da viagem foi na realidade uma visita guiada. Levaram-nos por toda a cidade, a ver os monumentos e a explicar-nos a sua história. Para além de isto nos ter dado a confiança de ver tudo, facilita muito as coisas quando fizemos o mesmo roteiro pelo nosso próprio pé, later in the day.
Quando chegámos ao parlamento fomos recebidos por uma deputada, que nos levou para uma sala de conferências. Lá explicou-nos brevemente o sistema parlamentar alemão, e deixou-nos fazer perguntas. Foi muito interessante, e fiquei impressionada com a transparência do sistema (ou desta deputada em particular): nenhum assunto é tabu. Nem mesmo salários e beneficios dos deputados.
Depois disso fomos almoçar, seguindo-se uma visita guiada pelas instalações do edificio. Nenhum arquitecto devia morrer sem ir a Berlim. Todo o edificio é moderno, com um design impressionante, mas nada se compara à cúpula no todo do edicicio (3ª foto). Toda ela é feita de vidro e espelhos, e os espelhos estão dispostos de tal forma que nunca vemos o nosso próprio reflexo. Lindo!
Aí acabou a parte do dia que estava programada, e cada um foi à sua vida.
Decidimos juntar-nos aos professores.
Quando se chega perto do Brandburg Gate, e por toda a parte em redor dessa zona, começa a ver-se marcas no chão. Estão a marcar o sítio onde estava o muro de Berlim.
Duas coisas me impressionaram, nesta linha.
A primeira é a quantidade de vezes que saltei de Berlim Ocidental para Berlim de Leste, num só dia. Como seria viver sem se poder atravessar este murro terrível?..
A segunda foi como o linha é sinuosa (5ª foto). Não sei porquê, sempre imaginei o muro a direito, qual linha do horizonte: vísivel, mas intransponivel. Na verdade, faz curvas e contra-curvas, de modo a que passado uma hora perde-se a noção de que lado do muro se está.
De vez em quando (muito raramente), em cima da linha está um bocado do muro, que permite que estrangeiros e berlinenses demasiado jovens para o recordar tenham uma imagem real da dimensão e aparência do muro (última foto).
3 comentários:
QUE SAUDADES DE USAR ESSES OCULOS DE SOL!!!
UAUAUAUAUAHHHHH
mr.wolf
ola bébé!
Estes nunca usaste.
São novos, comprei-os em estocolmo
tens de os estrear em breve!
:p
leila
***
ai, cabrinha do inferno...
que inveija!! quero ir a berlin (essencialmente pelas bolas, e não pela bola... ptum-pchhhhhh)
beijo,
c
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