Para este novo ano prometemos mais posts, mais regularidade, mais fotos!
Prevê-se expedições fantásticas, aventuras de cortar a respiração, repletas de momentos de suspense! E convidamos desde já o ávido leitor a juntar-se a nós para tudo o que este ano venha a oferecer: alegrias, amizade, nostalgia do passado, expectativas para o futuro, lágrimas de rir ou de chorar. E tudo isto à distância de um click (supondo que o leitor já adicionou o Chuaah ao seus favoritos, claro. Se não o fez, propomos que aproveite este momento para isso mesmo).
Relativamente à passagem de ano, decidimos passá-la em casa da Isla, em Rio Maior.
Após algumas atribulações e mudanças de planos, fizemo-nos à estrada na tarde de dia 31. A caravana era composta por dois carros e 6 tripulantes: clara, ricardo, ambrósio, piranha, vânia e eu. Se excluirmos a ausência de música, e as dores de dentes do ricardo, a viagem correu bem, sem incidentes a destacar.
Quando chegámos ao destino final, tivemos uma bela surpresa! A casa era linda, e muitíssimo bem equipada! Tinha piscina interior (que juram que dá para aquecer), court de ténis, campo de basquete, salão de jogos com snooker e matraquilhos, discoteca, uma torre de rapunzel, e até um moinho!
Pouco depois, subimos para a sala de jogos, onde desafiei o farinha para um tête-a-tête nos matraquilhos. Senti-me na obrigação de o informar do meu passado como campeã de matrecos da liga feminina da escola secundária de miraflores. Ele não se deixou intimidar, limitando-se a dizer 'devia ser uma liga muito fraquinha'. Iniciámos uma batalha de titãs, da qual o farinha saiu victorioso (embora por pouco!).
Alheios às nossas disputas, a atenção dos convidados centrava-se na mesa de bilhar.
A mana toscano foi, como sempre, uma presença essencial para o serão. Conversámos muito, e fomos as únicas corajosas a dançar.
Mesmo quando estava a considerar-me bastante sortuda, por não ter apanhado com nenhuma rolha no olho, e não ter ficado encharcada com champagne voador, sucedeu o seguinte:
a minha irmã chamou-me do cimo da torre, para ver o fogo de artifício. Estava a subir as escadas de caracol a alta velocidade, na ganância de reservar um bom lugar para o espectáculo, quando vou direitinha a um tecto mais baixo que quase me arrancou a cabeça.
Estatelei-me nas escadas, com um copo de champagne derramado, e uma grande dor de mona. A clarita veio em meu socorro. Consolou-me e conduziu-me lá para baixo, para o sofá, onde a sarita, preocupada com o meu conforto, me ia dando passas e tostinhas com manteiga.
Posto isto, não estava a aguentar o solo vocal que tomava lugar na sala, e mudei-me lá para fora, com a sarita, para um lugar quentinho, bem perto do lume.
Esta posição tem vantagens térmicas e calóricas, uma vez que era eu que estava encarregue de assar o chouriço.
Ao fim de pouco tempo, contávamos com bastante companhia: primeiro o farinha e o nhó, depois o ricardo e a clara, seguidos do louie e amigos e, no final da noite, carangueijo e isla.
Já o pobre do ambrósio, partilhou o quarto com 20 manfios, uma barulheira infernal e frio de rachar.
O dia 1 passou-se bem. Houve mais churrasco, mais jogos, e mais música.
Ao final da tarde, o carangeijo, a ingrid e eu fizemos questão de nos despedir do primeiro dia do ano.
2 comentários:
Parabéns pela descrição, tão viva que quase me senti lá, e pelas fotos - lindas! Um óptimo 2008! Bjs M
Melhor fim-de-ano dos últimos tempos! ;)
Feliz ano novo! :D
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